Aula 41 Racismo Estrutural e Sociedade

TEMA: Racismo Estrutural e Sociedade

Nossa aula foi: quarta-feira, 7 de agosto de 2024. Retomada quarta-feira, 14 de agosto de 2024. Retomada quarta-feira, 21 de agosto de 2024. Retomada quarta-feira, 28 de agosto de 2024.

EIXO TEMÁTICO

Investigação, estudo e pesquisa

 

HABILIDADES

Selecionar fontes de pesquisa de forma segura de acordo com a problemática em estudo.

 

OBJETIVOS DE CONHECIMENTOS

Literatura dentro do projeto científico

 

CONTEÚDO

Literatura dentro do projeto científico

 

METODOLOGIA:

O objetivo dessa aula é conceituar o racismo estrutural na perspectiva da educação antirracista.

Para tanto, nos serviremos de aula expositiva com leitura dirigira de um artigo sobre racismo estrutural.

MATERIAL:

MELO, Katia. Racismo Estrutural: autoria e criação poética Educação Antirracista em tempos de pandemia. Revista Ocupação Maí – n. 2, dez. 2021.

 

Na primeira retomada da aula, o objetivo é compreender o que é o racismo estrutural, como ele se manifesta na sociedade e quais são as suas consequências. Os alunos devem ser capazes de diferenciar o racismo estrutural de outras formas de discriminação e entender que, embora não seja sempre explícito, o racismo estrutural está presente em diversas instituições e práticas sociais.

Para tanto, realizar-se-á o seguinte:

Revisão de Conteúdos Anteriores: O professor iniciará a aula relembrando os conceitos de racismo e discriminação, que foram abordados em aulas anteriores. Isso poderá ser feito por meio de perguntas direcionadas aos alunos, incentivando-os a compartilhar o que lembram e a esclarecer quaisquer dúvidas que possam ter. O professor poderá, por exemplo, perguntar aos alunos o que eles entendem por racismo e quais são as principais formas de discriminação racial.

Situações-Problema: Em seguida, o professor deverá apresentar aos alunos duas situações que envolvam o tema da aula. Por exemplo, poder-se-á falar sobre a desigualdade de oportunidades entre pessoas de diferentes raças, ou sobre a representatividade racial na mídia e na política. O professor deverá perguntar aos alunos o que eles acham dessas situações e como elas podem estar relacionadas ao racismo. Essa discussão inicial poderá ajudar a despertar o interesse dos alunos pelo tema e a prepará-los para o conteúdo que será apresentado.

Contextualização: O professor deverá então contextualizar a importância do tema, explicando que o racismo estrutural é um fenômeno real e presente em nossa sociedade, que afeta a vida de milhões de pessoas. O professor poderá, por exemplo, mencionar notícias recentes, relatórios de organizações internacionais, ou casos de discriminação racial que ocorreram na comunidade ou na escola. O objetivo é mostrar aos alunos que o racismo não é apenas um problema do passado, mas uma questão atual e urgente que precisa ser compreendida e combatida.

Introdução ao Tópico: Para introduzir o tópico de forma atraente, o professor poderá compartilhar algumas curiosidades ou fatos interessantes sobre o racismo estrutural. Por exemplo, poder-se-á falar sobre a origem do termo "racismo estrutural" e como ele foi desenvolvido para descrever a persistência das desigualdades raciais, mesmo após a abolição da escravidão. Outra curiosidade poderia ser a discussão de como o racismo estrutural se manifesta em diferentes contextos, como na educação, no mercado de trabalho, ou na justiça. O professor deverá enfatizar que, embora o racismo estrutural possa parecer invisível à primeira vista, ele tem efeitos reais e devastadores na vida das pessoas.

MATERIAL:

MELO, Katia. Racismo Estrutural: autoria e criação poética Educação Antirracista em tempos de pandemia. Revista Ocupação Maí – n. 2, dez. 2021.

 

Na segunda retomada da aula, os objetivos são:

Compreender o conceito de democracia racial e suas implicações sociais e culturais no Brasil.

Analisar criticamente a relação entre mestiçagem, discriminação racial e identidade cultural.

Desenvolver habilidades de produção textual, argumentação e reflexão crítica.

Para tanto, seguir-se-á a estrutura:

1. Introdução

Apresentação do Tema: Introduzir o conceito de democracia racial e sua crítica, utilizando trechos do texto fornecido.

Discussão Inicial: Perguntar aos alunos o que eles entendem por democracia racial e se acreditam que ela realmente existe no Brasil.

2. Leitura e Análise do Texto

Leitura Coletiva: Ler em voz alta os trechos selecionados do texto, destacando as ideias principais.

Análise em Grupo: Dividir a turma em grupos e pedir que analisem diferentes aspectos do texto, como:

A ideia de mestiçagem e suas consequências.

O conceito de arianização e branqueamento.

A falsa liberdade dos negros após a abolição.

3. Debate

Discussão em Classe: Promover um debate sobre as análises feitas pelos grupos. Incentivar os alunos a expressarem suas opiniões e a relacionarem o tema com a atualidade.

Questões para Reflexão:

Como a história da escravidão e a abolição influenciam a sociedade brasileira hoje?

Quais são os mecanismos de exclusão que ainda existem?

4. Produção de Texto

Orientações para a Produção: Explicar aos alunos que eles deverão escrever um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema, utilizando as reflexões e análises feitas durante a aula.

Estrutura do Texto:

Introdução: Apresentar o tema e a tese.

Desenvolvimento: Argumentar com base nas análises do texto e nas discussões em grupo.

Conclusão: Reafirmar a tese e apresentar uma reflexão final.

5. Revisão e Compartilhamento

Revisão em Duplas: Pedir que os alunos troquem os textos com um colega para revisão.

Compartilhamento: Convidar alguns alunos a lerem seus textos em voz alta e discutir as diferentes perspectivas apresentadas.

MATERIAL:

MELO, Katia. Racismo Estrutural: autoria e criação poética Educação Antirracista em tempos de pandemia. Revista Ocupação Maí – n. 2, dez. 2021.

 

Na terceira retomada da aula os objetivos são:

Compreender a relação histórica entre opressores e oprimidos na formação da sociedade brasileira.

Analisar as consequências do racismo estrutural e suas manifestações contemporâneas.

Desenvolver habilidades de produção textual, argumentação e reflexão crítica.

Para tanto seguiremos a seguinte estrutura:

1. Introdução

Apresentação do Tema: Introduzir a temática da violência discriminatória e do racismo estrutural, utilizando trechos do texto fornecido.

Discussão Inicial: Perguntar aos alunos sobre suas percepções a respeito do racismo no Brasil e se acreditam que ele é um problema atual.

2. Leitura e Análise do Texto

Leitura Coletiva: Ler em voz alta os trechos selecionados do texto, destacando as ideias principais.

Análise em Grupo: Dividir a turma em grupos e pedir que analisem diferentes aspectos do texto, como:

A relação de poder entre colonizadores e povos colonizados.

A naturalização da violência discriminatória.

As consequências do racismo estrutural na sociedade contemporânea.

3. Debate

Discussão em Classe: Promover um debate sobre as análises feitas pelos grupos. Incentivar os alunos a expressarem suas opiniões e a relacionarem o tema com a atualidade.

Questões para Reflexão:

Como a história da colonização influencia as relações raciais hoje?

Quais são as formas de racismo que ainda estão presentes na sociedade?

4. Produção de Texto

Orientações para a Produção: Explicar aos alunos que eles deverão escrever um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema, utilizando as reflexões e análises feitas durante a aula.

Estrutura do Texto:

Introdução: Apresentar o tema e a tese.

Desenvolvimento: Argumentar com base nas análises do texto e nas discussões em grupo.

Conclusão: Reafirmar a tese e apresentar uma reflexão final sobre a importância de desmitificar o racismo.

5. Revisão e Compartilhamento

Revisão em Duplas: Pedir que os alunos troquem os textos com um colega para revisão.

Compartilhamento: Convidar alguns alunos a lerem seus textos em voz alta e discutir as diferentes perspectivas apresentadas.

MATERIAL:

MELO, Katia. Racismo Estrutural: autoria e criação poética Educação Antirracista em tempos de pandemia. Revista Ocupação Maí – n. 2, dez. 2021.

 

1. Em seu Manual Antirracista, Ribeiro (2019) questiona o racismo estrutural em nossa sociedade, propondo práticas antirracistas, tais como, buscar informações sobre o racismo, apoiar as políticas afirmativas, questionar os privilégios da branquitude, da cultura que a sociedade consome, ler autores negros e combater as violências raciais a partir de ações conscientes que transformem a sociedade. A branquitude é um conceito científico utilizado no estudo das relações étnico-raciais e tem por objetivo demonstrar e categorizar a racialidade das pessoas brancas, geralmente, entendidas como padrão universal. A branquitude é entendida como uma posição na qual pessoas brancas são privilegiadas tanto material quanto simbolicamente apenas por serem brancas.

2. Perceber-se criticamente implica uma série de desafios para quem passa a vida sem questionar o sistema de opressão racial. A capacidade desse sistema de passar despercebido, mesmo estando em todos os lugares é intrínseca a ele. Acordar para os privilégios que certos grupos sociais têm e praticar pequenos exercícios de percepção pode transformar situações de violência que antes do processo de conscientização não seriam questionadas.

3. Neste sentido, os professores têm a missão de garantir o cumprimento da Lei nº 10.639/2003 e Lei nº 11.645/2008 que incluem, na Lei de Diretrizes de Bases da Educação, a obrigatoriedade do ensino da história africana e afro-brasileira e indígena. E não só isso, também promover as discussões e o debate sobre a questão racial na sociedade, partindo da realidade e dos pressupostos dos estudantes, valorizando sua cultura e referências, tirando-os da invisibilidade racial e social.

4. É necessário considerar que o racismo estrutural está historicamente presente na sociedade brasileira em diferentes aspectos – em grande medida devido à desigualdade social e violência policial – ocasionando a mortalidade e o aprisionamento da população negra. São elementos que, muitas vezes, direcionam o destino trágico das crianças e jovens negros das periferias, trilhando o caminho do infortúnio e da desesperança. Conforme excerto a seguir, podemos compreender melhor os efeitos nocivos do racismo na sociedade brasileira:

5. Se a compreensão dos brasileiros sobre o racismo fosse a apresentada neste texto, certamente os afro-brasileiros, que são a maioria da população, e os brancos antirracistas se rebelariam constantemente contra esse sistema que, com base no fenótipo, veda ou limita o acesso à educação, aos serviços públicos, às oportunidades de emprego, aos serviços sociais, ao poder político e ao tratamento igualitário nos tribunais de justiça e das forças incumbidas pela manutenção da paz.

6. De acordo com Benedicto (2019), podemos compreender que o racismo surgiu como base de uma estrutura política, econômica e cultural tendo em vista a hegemonia europeia sobre os povos africanos, ocasionando o preconceito, a hostilidade e a discriminação. Nas palavras do autor:

7. Dada a exposição das teses de Moore e Wobogo, podemos perceber que os autores concordam, a despeito das diferenças existentes em suas definições, que o racismo surgiu na antiguidade, que os conflitos entre povos fenotipicamente diferentes foram importantes na maturação da xenofobia do proto-europeus para o racismo e que este pode ser compreendido como um sistema social estruturado para distribuir privilégios políticos, econômicos e culturais ao grupo racialmente hegemônico. Vale destacar também que os autores concordam que este sistema produz ideologias que, para justificar esta modalidade de dominação, desumanizam o grupo considerado racialmente inferior.

8. A estrutura racista na sociedade capitalista consiste na prática do preconceito e submissão de origem histórica, política e cultural que exclui, promovendo hábitos, práticas e discursos que segregam a população negra. Seja no âmbito das relações interpessoais, no trabalho, na educação ou na política – racismo institucional –, é necessária a luta por igualdade e equidade, a fim de reparar os danos sociais provocados por um sistema racista e excludente.

9. No Brasil, historicamente se construiu uma ideia de democracia racial a partir da intensa miscigenação, desde o período colonial, entre brancos, negros e indígenas. No entanto, trata-se de um falso conceito se considerarmos que foram mais de trezentos anos (1550-1888) de escravidão institucional dos povos africanos e apenas cento e trinta e seis anos da abolição da escravatura.

10. Este entendimento do racismo como ato discriminatório praticado apenas por indivíduos estimula a crença ingênua – ou nem tanto – de que o racismo ainda existe por causa de pessoas ignorantes, sem instrução e quem desse modo, tende a desaparecer com o avanço educacional e científico no país.

11. Para Munanga (1999), o mito de democracia racial – branco, negro, indígena – retrata os interesses da elite que visava encobrir a identidade e a cultura negra e indígena, divulgando uma falsa imagem de igualdade racial brasileira.

12. O mito de democracia racial, baseado na dupla mestiçagem biológica e cultural entre as três raças originárias, tem uma penetração muito profunda na sociedade brasileira: exalta a ideia de convivência harmoniosa entre os indivíduos de todas as camadas sociais e grupos étnicos, permitindo às elites dominantes dissimular as desigualdades e impedindo os membros das comunidades não-brancas de terem consciência dos sutis mecanismos de exclusão da qual são vítimas na sociedade. Ou seja, encobre os conflitos raciais, possibilitando a todos se reconhecerem como brasileiros e afastando das comunidades subalternas a tomada de consciência de suas características culturais que teriam contribuído para a construção e expressão de uma identidade própria. Essas características são “expropriadas” em símbolos nacionais pelas elites dirigentes.

13. Nesse ponto, verificamos que a discriminação racial representa as bases da composição da sociedade brasileira. Conforme aponta Munanga (1999), após a abolição, buscou-se intensificar a miscigenação tendo em vista o embranquecimento da população brasileira, mediante a imigração europeia, o fim do tráfego negreiro, a redução da população negra e o extermínio indígena. Fator que indica nitidamente um cenário de naturalização e manutenção dos privilégios, justificados por meio de uma sociedade construída em uma estrutura racista e discriminatória.

14. O que se acabou de dizer fixa de uma vez por todas o sentido no qual Viana emprega o conceito de arianização: de um lado o aumento numérico da população branca “pura” pelo movimento imigratório europeu, de um outro lado o refinamento cava vez mais apurado da população brasileira pelo processo de mestiçagem que iria reduzir o coeficiente dos sangues negro e índio. Essa colocação deixa mais nítida e precisa a ideia de branqueamento da população brasileira. O raciocínio do autor leva a crer que o processo de arianização ia, a longo prazo, terminar aparentemente no embranquecimento da população e consequentemente numa situação em que não existisse mais a linha de cor, pelo menos para os brancos aparentes que genotipicamente são mestiços.

15. Importante lembrar que, após o fim da escravidão, os negros não obtiveram qualquer apoio que sustentasse sua liberdade, pois não podiam comprar terras, nem estudar ou trabalhar. Logo, receberam uma falsa liberdade, uma vez que não possuíam condições básicas de sobrevivência. De acordo com Nascimento (2002), tratou-se de um simulacro de libertação:

16. Que sentido teria, para os africanos e seus descendentes, aquele simulacro de libertação? Eles já tinham experiência desse tipo de fraude; antes de 1888, os chamados africanos “livres”, isto é, os doentes, aleijados, idosos, os imprestáveis pelo esgotamento do trabalho intensivo, eram compulsoriamente “libertados”. Na prática, significava que os senhores se autolibertavam de qualquer responsabilidade em fornecer-lhes alimentos, roupas e moradia e se exoneravam de qualquer tipo de ajuda aos “livres”, abandonando-os impiedosamente à morte lenta pela fome e pelas enfermidades, tanto nos campos quanto nas cidades. Seguindo idêntica lógica a “abolição” significou o mesmo tratamento, só que agora aplicado em massa: os africanos ex-escravos e seus descendentes, algumas centenas de milhares, se viram atirados a uma “liberdade” que lhes negava emprego, salário, moradia, alimento, roupa, assistência médica e o mínimo apoio material. Muitos africanos “emancipados” e cidadãos foram obrigados pelas circunstâncias a permanecer com seus antigos senhores, trabalhando sob condições idênticas às anteriores, sem nenhuma outra alternativa ou opção. Outros se aventuraram deslocando-se para outras regiões ou cidades, e a única coisa que obtiveram foi desemprego, miséria, fome e destruição. De vítima acorrentada pelo regime racista de trabalho forçado, o escravo passou para o estado de verdadeiro pária social, submetido pelas correntes invisíveis forjadas por aquela mesma sociedade racista e escravocrata.

17. Cabe mencionar que a constituição social do Brasil se fez através de uma relação de poder entre povos opressores – portugueses – e oprimidos – negros e indígenas, logo institucionalizou-se o predomínio e a valorização da cultura dos povos europeus em detrimento das crenças, músicas, religião e idiomas dos povos colonizados.

18. Trata-se, portanto, de uma violência discriminatória – naturalizada – que tem se perpetuado ao longo dos séculos e que, de certa forma, normalizou o racismo nas relações sociais. O discurso institucional – consciente e inconscientemente – reproduz as condições de desigualdade racial que podem estar mascaradas nos diferentes níveis sociais, culturais ou intelectuais, visto que a população negra é historicamente marginalizada.

19. As consequências históricas da escravidão e do racismo estrutural repercutem, ainda hoje, por meio de falas pejorativas a respeito da cor da pele, do constrangimento ao se referir ao indivíduo negro, da falta de oportunidades educacionais e profissionais e da remuneração menor em comparação aos trabalhadores brancos.

20. É fundamental um trabalho constante de desmitificação do negro na sociedade e da noção equivocada de que não existe racismo no Brasil. Esses paradigmas só poderão ser quebrados quando passarmos a ouvir as diferentes vozes negras que foram e continuam sendo silenciadas – no mercado de trabalho, nas ruas, nas escolas, na política, nas universidades, nas artes e na mídia – reconhecendo sua história, cultura, beleza e inteligência, valorizando-as, revendo constantemente nossas práticas nas relações sociais, profissionais e culturais.

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA 🎒

Registro no caderno das paráfrases elaboradas com base na leitura do texto. Problematizar a questão do racismo estrutural na sociedade.

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒

Registro no caderno de palavras-chaves encontradas na leitura do texto.

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA I🎒

Atividade de Role-Playing: O professor deve dividir a turma em grupos de 4 a 5 alunos. Cada grupo receberá um cenário diferente que ilustra uma situação de racismo estrutural. Os cenários podem envolver situações no ambiente escolar, na comunidade local ou em nível nacional. Por exemplo, um cenário pode envolver a falta de representatividade de personagens negros em livros didáticos, outro pode envolver a discriminação racial em um processo seletivo de emprego, e um terceiro pode envolver a violência policial contra jovens negros.

Aqui estão alguns cenários que ilustram o racismo estrutural:

 

Educação: Em uma escola pública, os alunos de diferentes etnias têm acesso desigual a recursos educacionais. As escolas em áreas predominantemente negras recebem menos financiamento, resultando em infraestrutura precária, falta de materiais didáticos e professores qualificados. Isso perpetua a desigualdade educacional e limita as oportunidades de sucesso dos alunos negros.

Mercado de Trabalho: Durante um processo seletivo, candidatos com nomes que indicam uma origem étnica negra são sistematicamente desclassificados em comparação a candidatos com nomes considerados "mais comuns" ou associados a brancos, mesmo que tenham as mesmas qualificações. Isso demonstra como preconceitos raciais podem influenciar decisões de contratação.

Saúde: Em um hospital, pacientes negros enfrentam discriminação por parte de profissionais de saúde, que podem subestimar a dor ou as necessidades médicas desses pacientes. Isso resulta em um atendimento inadequado e em piores resultados de saúde para a população negra, refletindo um sistema de saúde que não trata todos os pacientes de forma equitativa.

Justiça Criminal: Dados mostram que pessoas negras são mais propensas a serem paradas, revistadas e presas pela polícia em comparação a pessoas brancas, mesmo quando não há evidências de comportamento criminoso. Isso evidencia um viés racial que permeia o sistema de justiça, resultando em encarceramento desproporcional de indivíduos negros.

Mídia e Representação: A representação de pessoas negras na mídia é frequentemente estereotipada, retratando-as em papéis de criminalidade ou servidão, enquanto personagens brancos são frequentemente mostrados em papéis de liderança e sucesso. Essa falta de representatividade positiva contribui para a perpetuação de estigmas e preconceitos raciais na sociedade.

Esses cenários ajudam a ilustrar como o racismo estrutural se manifesta em diferentes áreas da vida social e como ele afeta as oportunidades e a qualidade de vida das pessoas negras.

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒

Registro no caderno de palavras-chaves encontradas na leitura do texto.

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA II🎒

Avaliar a produção textual com base em critérios como clareza, coerência, argumentação e uso de referências do texto analisado.

Considerar a participação nas discussões e no debate como parte da avaliação.

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒

Registro no caderno de palavras-chaves encontradas na leitura do texto.

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA III🎒

Avaliar a produção textual com base em critérios como clareza, coerência, argumentação e uso de referências do texto analisado.

Considerar a participação nas discussões e no debate como parte da avaliação.

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒

Registro no caderno de palavras-chaves encontradas na leitura do texto.