TEMA: Racismo Estrutural e Sociedade
Nossa aula foi:
EIXO TEMÁTICO
Investigação, estudo e pesquisa
HABILIDADES
Selecionar fontes de
pesquisa de forma segura de acordo com a problemática em estudo.
OBJETIVOS DE CONHECIMENTOS
Literatura dentro do
projeto científico
CONTEÚDO
Literatura dentro do
projeto científico
METODOLOGIA:
O objetivo dessa aula é conceituar o
racismo estrutural na perspectiva da educação antirracista.
Para tanto, nos serviremos de aula expositiva com leitura dirigira de um
artigo sobre racismo estrutural.
MATERIAL:
MELO, Katia. Racismo Estrutural: autoria e criação
poética Educação Antirracista em tempos de pandemia. Revista Ocupação Maí
– n. 2, dez. 2021.
Na primeira retomada da aula, o objetivo é compreender o que é o racismo
estrutural, como ele se manifesta na sociedade e quais são as suas
consequências. Os alunos devem ser capazes de diferenciar o racismo estrutural
de outras formas de discriminação e entender que, embora não seja sempre
explícito, o racismo estrutural está presente em diversas instituições e
práticas sociais.
Para tanto, realizar-se-á o seguinte:
Revisão de Conteúdos Anteriores: O professor iniciará a aula relembrando
os conceitos de racismo e discriminação, que foram abordados em aulas
anteriores. Isso poderá ser feito por meio de perguntas direcionadas aos
alunos, incentivando-os a compartilhar o que lembram e a esclarecer quaisquer
dúvidas que possam ter. O professor poderá, por exemplo, perguntar aos alunos o
que eles entendem por racismo e quais são as principais formas de discriminação
racial.
Situações-Problema: Em seguida, o professor deverá apresentar aos alunos
duas situações que envolvam o tema da aula. Por exemplo, poder-se-á falar sobre
a desigualdade de oportunidades entre pessoas de diferentes raças, ou sobre a
representatividade racial na mídia e na política. O professor deverá perguntar
aos alunos o que eles acham dessas situações e como elas podem estar
relacionadas ao racismo. Essa discussão inicial poderá ajudar a despertar o
interesse dos alunos pelo tema e a prepará-los para o conteúdo que será
apresentado.
Contextualização: O professor deverá então contextualizar a importância
do tema, explicando que o racismo estrutural é um fenômeno real e presente em
nossa sociedade, que afeta a vida de milhões de pessoas. O professor poderá,
por exemplo, mencionar notícias recentes, relatórios de organizações
internacionais, ou casos de discriminação racial que ocorreram na comunidade ou
na escola. O objetivo é mostrar aos alunos que o racismo não é apenas um
problema do passado, mas uma questão atual e urgente que precisa ser
compreendida e combatida.
Introdução ao Tópico: Para introduzir o tópico de forma atraente, o
professor poderá compartilhar algumas curiosidades ou fatos interessantes sobre
o racismo estrutural. Por exemplo, poder-se-á falar sobre a origem do termo
"racismo estrutural" e como ele foi desenvolvido para descrever a
persistência das desigualdades raciais, mesmo após a abolição da escravidão.
Outra curiosidade poderia ser a discussão de como o racismo estrutural se
manifesta em diferentes contextos, como na educação, no mercado de trabalho, ou
na justiça. O professor deverá enfatizar que, embora o racismo estrutural possa
parecer invisível à primeira vista, ele tem efeitos reais e devastadores na
vida das pessoas.
MATERIAL:
MELO, Katia. Racismo Estrutural: autoria e criação
poética Educação Antirracista em tempos de pandemia. Revista Ocupação Maí
– n. 2, dez. 2021.
Na segunda retomada da aula, os objetivos são:
Compreender o conceito de democracia racial e suas implicações sociais e
culturais no Brasil.
Analisar criticamente a relação entre mestiçagem, discriminação racial e
identidade cultural.
Desenvolver habilidades de produção textual, argumentação e reflexão
crítica.
Para tanto, seguir-se-á a estrutura:
1. Introdução
Apresentação do Tema: Introduzir o conceito de democracia racial e sua
crítica, utilizando trechos do texto fornecido.
Discussão Inicial: Perguntar aos alunos o que eles entendem por
democracia racial e se acreditam que ela realmente existe no Brasil.
2. Leitura e Análise do Texto
Leitura Coletiva: Ler em voz alta os trechos selecionados do texto,
destacando as ideias principais.
Análise em Grupo: Dividir a turma em grupos e pedir que analisem
diferentes aspectos do texto, como:
A ideia de mestiçagem e suas consequências.
O conceito de arianização e branqueamento.
A falsa liberdade dos negros após a abolição.
3. Debate
Discussão em Classe: Promover um debate sobre as análises feitas pelos
grupos. Incentivar os alunos a expressarem suas opiniões e a relacionarem o
tema com a atualidade.
Questões para Reflexão:
Como a história da escravidão e a abolição influenciam a sociedade
brasileira hoje?
Quais são os mecanismos de exclusão que ainda existem?
4. Produção de Texto
Orientações para a Produção: Explicar aos alunos que eles deverão
escrever um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema, utilizando as
reflexões e análises feitas durante a aula.
Estrutura do Texto:
Introdução: Apresentar o tema e a tese.
Desenvolvimento: Argumentar com base nas análises do texto e nas
discussões em grupo.
Conclusão: Reafirmar a tese e apresentar uma reflexão final.
5. Revisão e Compartilhamento
Revisão em Duplas: Pedir que os alunos troquem os textos com um colega
para revisão.
Compartilhamento: Convidar alguns alunos a lerem seus textos em voz alta
e discutir as diferentes perspectivas apresentadas.
MATERIAL:
Na terceira retomada
da aula os objetivos são:
Compreender a relação
histórica entre opressores e oprimidos na formação da sociedade brasileira.
Analisar as
consequências do racismo estrutural e suas manifestações contemporâneas.
Desenvolver
habilidades de produção textual, argumentação e reflexão crítica.
Para tanto seguiremos
a seguinte estrutura:
1. Introdução
Apresentação do Tema:
Introduzir a temática da violência discriminatória e do racismo estrutural,
utilizando trechos do texto fornecido.
Discussão Inicial:
Perguntar aos alunos sobre suas percepções a respeito do racismo no Brasil e se
acreditam que ele é um problema atual.
2. Leitura e Análise
do Texto
Leitura Coletiva: Ler
em voz alta os trechos selecionados do texto, destacando as ideias principais.
Análise em Grupo:
Dividir a turma em grupos e pedir que analisem diferentes aspectos do texto,
como:
A relação de poder
entre colonizadores e povos colonizados.
A naturalização da
violência discriminatória.
As consequências do
racismo estrutural na sociedade contemporânea.
3. Debate
Discussão em Classe:
Promover um debate sobre as análises feitas pelos grupos. Incentivar os alunos
a expressarem suas opiniões e a relacionarem o tema com a atualidade.
Questões para
Reflexão:
Como a história da
colonização influencia as relações raciais hoje?
Quais são as formas
de racismo que ainda estão presentes na sociedade?
4. Produção de Texto
Orientações para a
Produção: Explicar aos alunos que eles deverão escrever um texto
dissertativo-argumentativo sobre o tema, utilizando as reflexões e análises
feitas durante a aula.
Estrutura do Texto:
Introdução:
Apresentar o tema e a tese.
Desenvolvimento:
Argumentar com base nas análises do texto e nas discussões em grupo.
Conclusão: Reafirmar
a tese e apresentar uma reflexão final sobre a importância de desmitificar o
racismo.
5. Revisão e
Compartilhamento
Revisão em Duplas:
Pedir que os alunos troquem os textos com um colega para revisão.
Compartilhamento:
Convidar alguns alunos a lerem seus textos em voz alta e discutir as diferentes
perspectivas apresentadas.
MATERIAL:
MELO, Katia. Racismo
Estrutural: autoria e criação poética Educação Antirracista em tempos de
pandemia. Revista Ocupação Maí – n. 2, dez. 2021.
2. Perceber-se criticamente implica uma série de
desafios para quem passa a vida sem questionar o sistema de opressão racial. A
capacidade desse sistema de passar despercebido, mesmo estando em todos os
lugares é intrínseca a ele. Acordar para os privilégios que certos grupos
sociais têm e praticar pequenos exercícios de percepção pode transformar
situações de violência que antes do processo de conscientização não seriam
questionadas.
3. Neste sentido, os professores têm a missão de
garantir o cumprimento da Lei nº 10.639/2003 e Lei nº 11.645/2008 que incluem,
na Lei de Diretrizes de Bases da Educação, a obrigatoriedade do ensino da
história africana e afro-brasileira e indígena. E não só isso, também promover as
discussões e o debate sobre a questão racial na sociedade, partindo da
realidade e dos pressupostos dos estudantes, valorizando sua cultura e
referências, tirando-os da invisibilidade racial e social.
4. É necessário considerar que o racismo estrutural
está historicamente presente na sociedade brasileira em diferentes aspectos –
em grande medida devido à desigualdade social e violência policial –
ocasionando a mortalidade e o aprisionamento da população negra. São elementos
que, muitas vezes, direcionam o destino trágico das crianças e jovens negros
das periferias, trilhando o caminho do infortúnio e da desesperança. Conforme
excerto a seguir, podemos compreender melhor os efeitos nocivos do racismo na sociedade
brasileira:
5. Se a compreensão dos brasileiros sobre o racismo
fosse a apresentada neste texto, certamente os afro-brasileiros, que são a
maioria da população, e os brancos antirracistas se rebelariam constantemente contra
esse sistema que, com base no fenótipo, veda ou limita o acesso à educação, aos
serviços públicos, às oportunidades de emprego, aos serviços sociais, ao poder
político e ao tratamento igualitário nos tribunais de justiça e das forças incumbidas pela manutenção da paz.
6. De acordo com Benedicto
(2019), podemos compreender que o racismo surgiu como base de uma estrutura
política, econômica e cultural tendo em vista a hegemonia europeia sobre os povos
africanos, ocasionando o preconceito, a hostilidade e a discriminação. Nas
palavras do autor:
7. Dada a exposição
das teses de Moore e Wobogo, podemos perceber que os autores concordam, a despeito
das diferenças existentes em suas definições, que o racismo surgiu na
antiguidade, que os conflitos entre povos fenotipicamente diferentes foram
importantes na maturação da xenofobia do proto-europeus para o racismo e que
este pode ser compreendido como um sistema social estruturado para distribuir
privilégios políticos, econômicos e culturais ao grupo racialmente hegemônico.
Vale destacar também que os autores concordam que este sistema produz
ideologias que, para justificar esta modalidade de dominação, desumanizam o
grupo considerado racialmente inferior.
8. A estrutura racista
na sociedade capitalista consiste na prática do preconceito e submissão de
origem histórica, política e cultural que exclui, promovendo hábitos, práticas
e discursos que segregam a população negra. Seja no âmbito das relações
interpessoais, no trabalho, na educação ou na política – racismo institucional
–, é necessária a luta por igualdade e equidade, a fim de reparar os danos
sociais provocados por um sistema racista e excludente.
9. No Brasil, historicamente
se construiu uma ideia de democracia racial a partir da intensa miscigenação, desde
o período colonial, entre brancos, negros e indígenas. No entanto, trata-se de
um falso conceito se considerarmos que foram mais de trezentos anos (1550-1888)
de escravidão institucional dos povos africanos e apenas cento e trinta e seis
anos da abolição da escravatura.
10. Este entendimento
do racismo como ato discriminatório praticado apenas por indivíduos estimula a
crença ingênua – ou nem tanto – de que o racismo ainda existe por causa de
pessoas ignorantes, sem instrução e quem desse modo, tende a desaparecer com o
avanço educacional e científico no país.
11. Para Munanga (1999),
o mito de democracia racial – branco, negro, indígena – retrata os interesses da
elite que visava encobrir a identidade e a cultura negra e indígena, divulgando
uma falsa imagem de igualdade racial brasileira.
12. O mito de democracia
racial, baseado na dupla mestiçagem biológica e cultural entre as três raças originárias,
tem uma penetração muito profunda na sociedade brasileira: exalta a ideia de convivência
harmoniosa entre os indivíduos de todas as camadas sociais e grupos étnicos,
permitindo às elites dominantes dissimular as desigualdades e impedindo os
membros das comunidades não-brancas de terem consciência dos sutis mecanismos de
exclusão da qual são vítimas na sociedade. Ou seja, encobre os conflitos
raciais, possibilitando a todos se reconhecerem como brasileiros e afastando
das comunidades subalternas a tomada de consciência de suas características
culturais que teriam contribuído para a construção e expressão de uma
identidade própria. Essas características são “expropriadas” em símbolos
nacionais pelas elites dirigentes.
13. Nesse ponto,
verificamos que a discriminação racial representa as bases da composição da
sociedade brasileira. Conforme aponta Munanga (1999), após a abolição, buscou-se
intensificar a miscigenação tendo em vista o embranquecimento da população brasileira,
mediante a imigração europeia, o fim do tráfego negreiro, a redução da
população negra e o extermínio indígena. Fator que indica nitidamente um cenário
de naturalização e manutenção dos privilégios, justificados por meio de uma
sociedade construída em uma estrutura racista e discriminatória.
14. O que se acabou
de dizer fixa de uma vez por todas o sentido no qual Viana emprega o conceito
de arianização: de um lado o aumento numérico da população branca “pura” pelo
movimento imigratório europeu, de um outro lado o refinamento cava vez mais
apurado da população brasileira pelo processo de mestiçagem que iria reduzir o
coeficiente dos sangues negro e índio. Essa colocação deixa mais nítida e precisa
a ideia de branqueamento da população brasileira. O raciocínio do autor leva a crer
que o processo de arianização ia, a longo prazo, terminar aparentemente no
embranquecimento da população e consequentemente numa situação em que não
existisse mais a linha de cor, pelo menos para os brancos aparentes que
genotipicamente são mestiços.
15. Importante
lembrar que, após o fim da escravidão, os negros não obtiveram qualquer apoio
que sustentasse sua liberdade, pois não podiam comprar terras, nem estudar ou
trabalhar. Logo, receberam uma falsa liberdade, uma vez que não possuíam condições
básicas de sobrevivência. De acordo com Nascimento (2002), tratou-se de um
simulacro de libertação:
16. Que sentido
teria, para os africanos e seus descendentes, aquele simulacro de libertação?
Eles já tinham experiência desse tipo de fraude; antes de 1888, os chamados
africanos “livres”, isto é, os doentes, aleijados, idosos, os imprestáveis pelo
esgotamento do trabalho intensivo, eram compulsoriamente “libertados”. Na
prática, significava que os senhores se autolibertavam de qualquer
responsabilidade em fornecer-lhes alimentos, roupas e moradia e se exoneravam
de qualquer tipo de ajuda aos “livres”, abandonando-os impiedosamente à morte
lenta pela fome e pelas enfermidades, tanto nos campos quanto nas cidades.
Seguindo idêntica lógica a “abolição” significou o mesmo tratamento, só que
agora aplicado em massa: os africanos ex-escravos e seus descendentes, algumas
centenas de milhares, se viram atirados a uma “liberdade” que lhes negava
emprego, salário, moradia, alimento, roupa, assistência médica e o mínimo apoio
material. Muitos africanos “emancipados” e cidadãos foram obrigados pelas
circunstâncias a permanecer com seus antigos senhores, trabalhando sob
condições idênticas às anteriores, sem nenhuma outra alternativa ou opção.
Outros se aventuraram deslocando-se para outras regiões ou cidades, e a única
coisa que obtiveram foi desemprego, miséria, fome e destruição. De vítima
acorrentada pelo regime racista de trabalho forçado, o escravo passou para o
estado de verdadeiro pária social, submetido pelas correntes invisíveis
forjadas por aquela mesma sociedade racista e escravocrata.
17. Cabe mencionar
que a constituição social do Brasil se fez através de uma relação de poder entre
povos opressores – portugueses – e oprimidos – negros e indígenas, logo
institucionalizou-se o predomínio e a valorização da cultura dos povos europeus
em detrimento das crenças, músicas, religião e idiomas dos povos colonizados.
18. Trata-se,
portanto, de uma violência discriminatória – naturalizada – que tem se
perpetuado ao longo dos séculos e que, de certa forma, normalizou o racismo nas
relações sociais. O discurso institucional – consciente e inconscientemente –
reproduz as condições de desigualdade racial que podem estar mascaradas nos
diferentes níveis sociais, culturais ou intelectuais, visto que a população
negra é historicamente marginalizada.
19. As consequências históricas
da escravidão e do racismo estrutural repercutem, ainda hoje, por meio de falas
pejorativas a respeito da cor da pele, do constrangimento ao se referir ao
indivíduo negro, da falta de oportunidades educacionais e profissionais e da
remuneração menor em comparação aos trabalhadores brancos.
20. É fundamental um
trabalho constante de desmitificação do negro na sociedade e da noção
equivocada de que não existe racismo no Brasil. Esses paradigmas só poderão ser
quebrados quando passarmos a ouvir as diferentes vozes negras que foram e
continuam sendo silenciadas – no mercado de trabalho, nas ruas, nas escolas, na
política, nas universidades, nas artes e na mídia – reconhecendo sua história, cultura,
beleza e inteligência, valorizando-as, revendo constantemente nossas práticas
nas relações sociais, profissionais e culturais.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA 🎒
Registro no caderno das
paráfrases elaboradas com base na leitura do texto. Problematizar a questão do
racismo estrutural na sociedade.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA
FLEXIBILIZADA🎒
Registro no caderno de
palavras-chaves encontradas na leitura do texto.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA I🎒
Atividade de Role-Playing:
O professor deve dividir a turma em grupos de 4 a 5 alunos. Cada grupo receberá
um cenário diferente que ilustra uma situação de racismo estrutural. Os
cenários podem envolver situações no ambiente escolar, na comunidade local ou
em nível nacional. Por exemplo, um cenário pode envolver a falta de
representatividade de personagens negros em livros didáticos, outro pode
envolver a discriminação racial em um processo seletivo de emprego, e um
terceiro pode envolver a violência policial contra jovens negros.
Aqui estão alguns cenários que ilustram o racismo
estrutural:
Educação: Em uma escola pública, os alunos de
diferentes etnias têm acesso desigual a recursos educacionais. As escolas em
áreas predominantemente negras recebem menos financiamento, resultando em
infraestrutura precária, falta de materiais didáticos e professores
qualificados. Isso perpetua a desigualdade educacional e limita as
oportunidades de sucesso dos alunos negros.
Mercado de Trabalho: Durante um processo seletivo,
candidatos com nomes que indicam uma origem étnica negra são sistematicamente
desclassificados em comparação a candidatos com nomes considerados "mais
comuns" ou associados a brancos, mesmo que tenham as mesmas qualificações.
Isso demonstra como preconceitos raciais podem influenciar decisões de
contratação.
Saúde: Em um hospital, pacientes negros enfrentam
discriminação por parte de profissionais de saúde, que podem subestimar a dor
ou as necessidades médicas desses pacientes. Isso resulta em um atendimento
inadequado e em piores resultados de saúde para a população negra, refletindo
um sistema de saúde que não trata todos os pacientes de forma equitativa.
Justiça Criminal: Dados mostram que pessoas negras
são mais propensas a serem paradas, revistadas e presas pela polícia em
comparação a pessoas brancas, mesmo quando não há evidências de comportamento
criminoso. Isso evidencia um viés racial que permeia o sistema de justiça,
resultando em encarceramento desproporcional de indivíduos negros.
Mídia e Representação: A representação de pessoas
negras na mídia é frequentemente estereotipada, retratando-as em papéis de
criminalidade ou servidão, enquanto personagens brancos são frequentemente
mostrados em papéis de liderança e sucesso. Essa falta de representatividade
positiva contribui para a perpetuação de estigmas e preconceitos raciais na
sociedade.
Esses cenários ajudam a ilustrar como o racismo
estrutural se manifesta em diferentes áreas da vida social e como ele afeta as
oportunidades e a qualidade de vida das pessoas negras.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA
FLEXIBILIZADA🎒
Registro no caderno de
palavras-chaves encontradas na leitura do texto.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA II🎒
Avaliar a produção
textual com base em critérios como clareza, coerência, argumentação e uso de
referências do texto analisado.
Considerar a participação
nas discussões e no debate como parte da avaliação.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA
FLEXIBILIZADA🎒
Registro no caderno de
palavras-chaves encontradas na leitura do texto.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA III🎒
Avaliar a produção
textual com base em critérios como clareza, coerência, argumentação e uso de
referências do texto analisado.
Considerar a participação
nas discussões e no debate como parte da avaliação.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA
FLEXIBILIZADA🎒
Registro no caderno de palavras-chaves encontradas na leitura do texto.